Call for Papers – International Conference of Historical Geographers
Warsaw, 15-20 July 2018
Crossing the boundaries of knowledge:
historical geographies of mobility, circulation, and transculturalism

A considerable part of the geographical tradition has been constructed around national schools of thought, academic institutions, and intellectual discourses. A prominent line of research in the histories of geography thus addresses the institutionalisation and nature of these ‘national geographies’, focusing on the 19th and 20th centuries. Even contemporary geographical scholarship is organised in mostly nationally-orientated associations and evolves around networks shaped by linguistic and cultural affinity. Drawing upon recent research on the mobilities of knowledge and the geographies of internationalism, this session explores practices that have transgressed the multiple boundaries of knowledge and technologies through mobilities, encounters and exchanges, translations, and various forms of transculturalism in order to understand how these have shaped the construction, circulation, reception, and use of geographical knowledge over the past centuries.

Many studies have addressed the importance of multilingualism and the practice of crossing national and linguistic borders for early definitions of ‘modern’ geography, for instance in the case of Alexander von Humboldt. The constitutive nature of an international and multilingual dimension has also begun to be reconstructed for the intellectual circuit of the anarchist geographers Elisée Reclus, Pyotr Kropotkin, and Lev Mechnikov. Far less is known about the wider mobilities and networks of individuals producing, translating, and transforming geographical knowledges from the analytical perspective of formal academic infrastructures, such as different disciplines, institutions, publications, and events, and how the international and interdisciplinary exchanges these facilitated contributed to the formation and change of knowledge centres and their networks; transcultural experiences and epistemic communities; as well as geographical and other knowledges and imaginations within and beyond the academy.

We are particularly interested in studies examining how knowledges crossed national, cultural, linguistic, and even disciplinary boundaries, and what kind of empowerments, challenges, and impacts emerged from this for those beings, matters, and meanings involved. To this end, we welcome especially (but not exclusively) contributions on:

• Historical geographies of transnational practices in intellectual history
• Biographical and bibliographical approaches to geographers whose work was characterised by international, transnational, or multilingual approaches
• Historical geographies of academic and scholarly mobilities
• The experience of exile in the production of geographical knowledge
• Historical geographies of social and cultural difference, including language, cultural practices, gender, and race
• Transculturation in mapping, e.g. the inclusion of indigenous knowledge
• Historical geographies of reception and translation, both linguistic and cultural, questioning the concept of ‘true translation’
• Geography and multilingualism
• Historical geographies of the international circulation of books and printed journals
• Geography and transculturalism
• Historical geographies of internationalism
• Historical geographies of mobile knowledges and technologies

Please send an abstract of 200-250 words (for a paper of c. 15-20 minutes) to federico.ferretti@ucd.ie and h.jons@lboro.ac.uk by Friday, 29th September 2017. For more details on the International Conference of Historical Geographers in Warsaw from 15th to 20th July 2018, see http://ichg2018.uw.edu.pl/.

The 27th International Conference on the History of Cartography will be held in Belo Horizonte, Brazil, 9–14 July 2017

The call for papers is now open!
ICHC 2017 is being organized by the Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) and the government of Minas Gerais state, in collaboration with the city of Belo Horizonte, the Circuito Praça da Liberdade and Imago Mundi Ltd.
The conference location is the Circuito Praça da Liberdade (Centro Cultural do Minas Tênis Clube, Centro Cultural do Banco do Brasil, Casa Fiat de Cultura, Espaço do Conhecimento UFMG).


The following overall theme has been agreed by the organizers and Imago Mundi Ltd: The Cartographic Challenge of the New — Mapping Practices in New Worlds
— Mapping Cities: Recording Growth or Creating Vision — Indigenous Mapping
— Mapping Nationhood
— Mapping Natural Resources
— And any other aspect of the history of cartography.
The official language of the conference will be English, and all abstracts and presentations must be in that language. There will be no simultaneous translation.
For any questions please contact: ICHC-2017/Júnia Furtado
Rua Antônio de Albuquerque, 1032 apt. 41 Belo Horizonte, Minas Gerais BRAZIL CEP 30.112-011
Conference URL: www.ichc2017.ufmg.br E-mail: infoichc2017@gmail.com Twitter: #ichc2017






Carta da antiga Tenochtitlan, (Cidade do México)
Autor desconhecido
Nurenberg, 1524
Newberry Library, Chicago.


Trecho de uma das cartas de Hernan Cortez, escritas em 1519, para os reis da Espanha, contando a chegada do conquistador na cidade:

"Parti desta cidade no outro dia e a mais légua entrei por uma calçada que vai por meio desta lagoa, até alcançar a grande cidade de Tenochtitlán, que está fundeada no meio da dita lagoa. Esta calçada é tão larga como duas lanças e tão bem trabalhada que podem ir por ela até oito cavalos lado a lado. Ao longo destas duas léguas da dita calçada estão as três cidades. Uma chamada Mesicalsingo, de três mil pessoas, fundeada quase toda dentro da lagoa; outra, chamada Niciaca, de três mil habitantes, e mais Huchilohuchico, de cinco mil, ambas situadas na margem da lagoa, mas com muitas casas dentro d’água. Todas com muito boas casas e torres, em especial as dos senhores principais, assim como as mesquitas e oratórios onde tem seus ídolos." 

Historica Cartographica Brasilis in Biblioteca Nacional: tesouros dos séculos XV ao XX


A exposição "Historica Cartographica Brasilis in Biblioteca Nacional" propõe ao visitante um panorama do processo histórico da cartografia no Brasil.
A exposição mostra, em linhas gerais, a evolução da cartografia do Ocidente, começando com a Antiguidade Clássica, a Geografia de Estrabão – geógrafo e historiador grego; estendendo-se pela Idade Média e chegando ao Renascimento, período em que a ciência cartográfica experimenta um grande impulso, decorrente da invenção da imprensa, das descobertas ultramarinas e da redescoberta da Geografia de Ptolomeu.
A partir do século XVI, inicia-se a cartografia histórica do Brasil, com as primeiras representações que fazem parte dos planisférios ou mapas das Américas nas edições da Geografia de Ptolomeu e obras de viajantes. Do final desse ao terceiro quarto do século XVII, surgem os mapas que exibem a ampliação do território e a defesa do litoral contra as investidas dos franceses, holandeses e ingleses.
A exposição traz também cartas, do final do século XVII e do início do XX, que mostram a expansão para o interior do Brasil; as demarcações de fronteiras em decorrência dos tratados; a defesa do território e levantamentos hidrográficos e geográficos do país pelos astrônomos, geógrafos e engenheiros militares.


Fonte: https://www.bn.br/acontece-bn/agenda/2015/07/historica-cartographica-brasilis-biblioteca-nacional

Especialistas de todo o mundo visitam exposição Historica Cartographica Brasilis


Cerca de 60 participantes da pré-conferência Symposium on Atlases, Topography and the History of Cartography [em tradução livre, Simpósio sobre Atlas, Topografia e a História da Cartografia], que aconteceu de 19 a 21 de agosto no Rio de Janeiro, participaram da visita à exposição Historica Cartographica Brasilis, onde foram recebidos pela chefe da Divisão de Cartografia da Biblioteca Nacional, Maria Dulce de Faria. Segundo ela, a data da mostra foi definida de forma a coincidir com o evento. “Escolhemos a dedo as 40 peças mais belas e significativas do nosso acervo para mostrar aos visitantes do mundo todo”, contou Dulce. A pré-conferência antecede o 27th International Cartographic Conference (ICC) [em tradução livre, 27ª Conferência Internacional de Cartografia], realizada pela primeira vez no Brasil, de 23 a 28 de agosto.

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Participantes do evento internacional Pre Conference Symposium on Atlases, Topography and the History of Cartography posam na escadaria situada na entrada principal da Biblioteca Nacional.
Participantes do evento internacional Pre Conference Symposium on Atlases, Topography and the History of Cartography posam na escadaria situada na entrada principal da Biblioteca Nacional.
Os membros do comitê organizador do simpósio Cláudio João Barreto dos Santos e Ana Cristina Rocha Resende conduziram o grupo pela primeira visita técnica do dia, que depois seria seguida por uma ida ao Museu Naval. Para Ana Cristina, funcionária da Diretoria de Geociências do IBGE, o que mais chamou a atenção na exposição Historica Cartographica Brasilis in Biblioteca Nacional foi a qualidade do acervo e o ótimo estado de conservação das peças. Já Cláudio João, que além de funcionário aposentado do IBGE também é professor adjunto da Universidade do Rio de Janeiro (UERJ), se impressionou com a primeira edição da Geographia de Ptolomeu, de 1486, que mostra a primeira projeção cartográfica: “dei aulas sobre isso toda a minha vida e nunca tinha visto essa peça, nem tinha ideia que ela fazia parte do acervo da Biblioteca. Estou impressionado com a qualidade da coleção”, disse ele.
Os visitantes estrangeiros também elogiaram a mostra. O organizador da pré-conferência, membro da Atlas Comission da ICC e representante da Academia Austríaca de Ciências, Peter Jordan, gostou da oportunidade de ver mapas antigos da América do Sul, especialmente do período colonial. “Também achei interessante observar os nomes antigos das localidades, já que uma das minhas especialidades é a toponímia”, explicou. Para o professor da Universidade do Texas Imre Demhardt, que ministra a disciplina História da Cartografia, o destaque da coleção foram os mapas da região amazônica do século XVIII, baseados parcialmente em relatos orais.

Fonte: https://www.bn.br/noticia/2015/08/especialistas-todo-mundo-visitam-exposicao-historica


Sobre

Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil
História da Cartografia: o mundo em imagens. Blog criado para ser um espaço de divulgação de pesquisas, eventos e curiosidades sobre a História da Cartografia no Brasil e no mundo. A ideia surgiu ao longo do desenvolvimento da pesquisa de mestrado, em história na UFMG.

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